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Lidia Lisbôa

1970, Terra Roxa, PR, Brasil
Vive e trabalha em São Paulo, SP, Brasil

CV
sobre

A prática de Lidia Lisbôa se desenvolve em suportes distintos, sobretudo a escultura, o crochê, em performances e em desenhos. Sua pesquisa tem a tessitura de biografias como eixo fundamental, percorrendo os polos da paisagem, do corpo e da memória ao utilizar matérias nas quais se imprimem o gesto e a mão da artista.

Resultado de uma prática artística constante que se mistura a vida, na obra de Lisbôa, a costura e a criação de narrativas se colocam como exercício de construção subjetiva e, portanto, de cura e ressignificação.

Suas exposições individuais mais recentes incluem: Têta, MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2024, Ofício: Fio: Lidia Lisbôa: Mulher Esqueleto, Sesc Pompeia, São Paulo (2023), Acordelados, Millan, São Paulo (2022), e Memórias do afeto, Centro Cultural Santo Amaro, São Paulo (2021). Lisbôa participou de diversas mostras coletivas, das quais se destacam Arte na moda: MASP Renner, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo (2024); Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro, Sesc Belenzinho, São Paulo (2023); Um oceano para lavar as mãos, Sesc Quitandinha, Petrópolis (2023); 37º Panorama de arte brasileira: Sob as cinzas, brasa, MAM, São Paulo (2022); 13ª Bienal do Mercosul: trauma, sonho e fuga, MARGS, Porto Alegre (2022); Um século de agora, Itaú Cultural, São Paulo (2022); Arte Atual: Por muito tempo acreditei ter sonhado que era livre, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2022); Enciclopédia negra, Pinacoteca do Estado, São Paulo (2021), entre outras.

Sua obra integra a coleção de instituições como ISLAA – Institute for Studies on Latin American Art, Nova York, EUA; Museo Del Barrio, Nova York, EUA; Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil, e Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil.

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